Descubra o verde e um blog que te mostrará todas as iniciativas da nossa região e do Mundo para melhorar nosso meio ambiente. Combater os efeitos da contaminação e do aquecimento Global do nosso Planeta e obrigação de todos.
O vazamento em um poço de petróleo que está despejando milhares de barris por dia no Golfo do México continua, e este desastre ambiental – o pior derramamento da história dos Estados Unidos- parece estar longe do fim.
Durante a última semana, o sistema de contenção que havia sido instalado com sucesso moderado pela empresa BP (http://blogs.tudiscovery.com/descubre-el-verde/2010/06/golfo-el-derrame-cumple-50-d%C3%ADas-con-pocas-noticias-positivas-y-muchas-negativas.html) - responsável pelo acidente - teve de ser removido durante um período de tempo quando um robô se chocou contra a estrutura e a desativou. Segundo estimativas do governo dos Estados Unidos
(http://www.google.com/hostednews/ap/article/ALeqM5i-yfHJzPLDeBIhG5JDEF6VbaPR8QD9GIBFI00), o sistema estava conseguindo conter apenas 50% do vazamento.
A possibilidade de a Comissão Baleeira Internacional autorizar a caça destes mamíferos, sem dúvida, é o assunto da semana no setor ambiental.
A reunião anual da comissão ocorrerá de segunda até sexta e analisará uma proposta que pretende liberar a caça comercial de baleias, que havia sido proibida há 25 anos.
O cenário no Golfo do México parece ir de mal en pior. Enquanto o último plano da BP parece não ter surtido efeito para controlar o derramamento de petróleo que já dura mais de 50 dias, novas estimativas de cientistas norte-americanos indicam que a quantidade de óleo que está sendo lançada no oceano pode ser muito maior do que se imaginava: cerca de 35 mil barris por dia, ante os 12 a 19 mil estimados inicialmente.
Em um desastre que o presidente Barack Obama chamou de "um 11 de setembro do meio ambiente " (em referência aos atentados contra as Torres Gêmeas de 2001), o tempo passa e o óleo avança, chegando cada vez mais perto da população costeira, da fauna e da flora locais.
Confira nesta galeria imagens pungentes de aves, pessoas e lugares atingidos pelo desastre.
Esta semana, a explosão da plataforma petrolífera da British Petroleum (BP) completou 50 dias, e milhares de barris de petróleo continuam a vazar diariamente no Golfo do México.
Depois de várias tentativas de conter o escape, a empresa finalmente conseguiu instalar um sistema para captar uma parte do petróleo. No entanto, notícias de que o derramamento continuaria até o outono norte-americano e de que os esforços de limpeza durariam anos ofuscam o raio de esperança.
Em várias oportunidades, falamos sobre os problemas gerados pelo crescente consumo mundial de carne. Segundo a FAO, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação, a produção global deste tipo de alimentos representa 18% das emissões de gases do efeito-estufa, a maioria dos animais é criada em fazendas industriais em condições de crueldade extrema, e as pastagens e cultivo de grãos para alimentá-los está promovendo o desmatamento de florestas como a amazônica. ().
O que fazer? Um movimento nascido no ano passado tentava reduzir o consumo deste alimento promovendo a uma segunda-feira sem carne, e diferentes culturas tentam promover uma alimentação responsável (). Infelizmente, nenhuma destas alternativas é suficientemente expressiva para conseguir uma mudança: muitas pessoas não estão prontas para abandonar a carne, e deixar de consumi-la durante um único dia não gera um impacto significativo.
Diante disso, recentemente surgiu uma nova alternativa: o vegetarianismo semanal.
Como foi anunciado recentemente, uma expedição da Conservação Internacional nas montanhas de Foja, Nova Guiné, encontrou numerosas espécies aparentemente desconhecidas até o momento. Entre elas, um sapo com “nariz de Pinóquio”, ratos e aves.
Se você não se incomodar em usar produtos de origem animal ou com possíveis maus-tratos decorrentes de sua produção, o senso comum diria que o couro se encaixa no quesito “sustentável”: é um material “natural” e biodegradável (como todos nós e os animais do planeta) e geralmente é considerado um simples subproduto da produção da carne.
No entanto, esta questão não é tão fácil como parece.
Com o objetivo de chamar a atenção das crianças para a importância de proteger as espécies em vias de extinção, o zoológico da Filadélfia montou uma exposição com alguns destes animais, recriados em milhares de peças de Lego.
As incríveis esculturas foram realizadas pelo artista Sean Kenney, conhecido por fazer arte com este popular brinquedo de origem dinamarquesa.
Em diferentes áreas do oceano existem “zonas mortas”: águas com pouco ou nenhum teor de oxigênio, onde é impossível o desenvolvimento da vida marinha. Estas zonas podem existir por causas naturais ou antropogênicas, mas são perigosas por atentar contra a saúde dos oceanos, vitais para o planeta.
No entanto, uma nova descoberta pode significar que ainda há esperança para estas áreas. Cientistas da Universidade Politécnica Marche em Ancona, na Itália, encontraram três novas espécies de criaturas marinhas que podem sobreviver e se reproduzir sem oxigênio.
O yellowhead, espécie de pássaro ameaçada na Nova Zelândia. Foto: Paul and Laura
As espécies invasoras são animais, plantas e todo tipo de seres vivos que foram artificialmente introduzidos em ecossistemas alheios, prejudicando o equilíbrio da vida silvestre nativa, alterando cadeias alimentares, disseminando doenças e destruindo outras espécies.
Este tem sido um problema desde que o homem começou a se deslocar e a alterar ambientes, sem entender totalmente as consequências. Mas o problema parece estar se agravando de forma alarmante.
Um estudo do Programa Global de Espécies Invasoras realizado em 57 países do mundo (PDF) indica que há 542 tipos de plantas e animais exógenos, colocando em perigo os ecossistemas em que foram introduzidos.
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